terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Liberdade abre as asas sobre nós!
Outro dia li um artigo interessante sobre leis, constituição brasileira e junto com algo que li hoje sobre liberdade de imprensa. A nossa constituição parece um livro de porte médio, enfim um calhamaço, não adianta nem tentar decorar, pois o coitado do advogado que se meter a fazer está em maus lençóis, pois ao terminar sua ingente tarefa, esta já estará ultrapassada, e terá que começar tudo de novo. Tal a quantidade de leis que existe no país, às vezes até uma conflitante com a outra. Fazem-se dezenas de milhares de leis, mas não se cumprem. Faz bem a Constituição Americana que tem 20 e poucos artigos, mas todos são cumpridos à risca. E o pior são as leis esdrúxulas, um dia destes o senador Cristóvão Buarque que eu reputava uma pessoa séria e de bons princípios, introduziu na Constituição, pasmem vocês!A seguinte lei constitucional: Que todo brasileiro de agora em diante tinha direito à Felicidade, até ponho em letra maiúscula para acentuar bem. Mas penso que este não é artigo de lei, pois felicidade é um termo tão vago, tão fosfórico, que seu conceito varia de pessoa para pessoa, de status econômico, estrato social, aspiração de vida. Acho que a intenção digamos que foi boa, mas não garantiu direito nenhum, pois então o que vem ser Felicidade exatamente. O governo também não pode se responsabilizar pela felicidade de todos. E o pior que agora se realmente este fato existiu o governo poderá ser processado se não garantir a felicidade de alguém que se viu prejudicado. Acho que o que falta ao país é seriedade no trato da coisa pública, cumprimento das leis à risca, doa a quem doer. "A lei é dura, mas é lei". Todos tem que cumpri-la, sem exceção. Fim dos privilégios. Término das prisões especiais. Houve um presidente da república velha que ao terminar seu mandato, pegou seu paletó e foi pra casa de ônibus, quando morava no Palácio do Catete, sede da República velha. Não estou advogando a volta da república velha, mas sim a volta dos bons costumes, da transparência, principalmente das leis e o seu fiel cumprimento.
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Coitado do turquinho
Coitado do turquinho
Gato escaldado até medo de água fria tem, mas neste caso não era um gato e sim um cachorro que se chamava turquinho. Como não sou afeito muito a raças de cachorro vou dizer que era um “cachorro “ paqueiro”, ou seja, habituado a caçar pacas. A paca era um animal roedor de tamanho pequeno acho que em torno de uns 5 k de peso de pelo preto com manchas brancas. Tinha carne saborosissima portanto muito caçado, caminhava por isto para a extinção. Era uma noite de calor, céu limpo e portanto boa visibilidade facilitada pela lua prateada que já ia se assomando no céu. Meu pai anunciou que ia caçar, ele e mais um colega ajuntaram várias parelhas de cachorro paqueiros espingardas em punho mais o material para caça: chumbo, pólvora e demais apetrechos porque as espingardas eram de carregar pela boca. Foram em direção ao mato que havia em frente da nossa casa, era uma mata pequena, mas tinha caça pelo menos no início quando chegamos ao local. Fiquei com vontade de ir a caçada, mas era perigoso segundo meu pai, por causa de risco de acidentes que acontecem nestas caçadas causando as vezes ferimentos graves. Lá foram eles e fico eu esperando a volta e o alarido dos cachorros já se fazia ouvir na mata. Coitada da paca pensava perseguida por ferozes cães tinha pouca ou nenhuma chance. Os animais tinham que tira-la da toca. Com certeza ela iria correndo pelos seus caminhos habituais que fazia chamado “carreiro” denominação dada pelos caçadores. Mas aconteceu um imprevisto lamentável ao invés de surgir a paca apareceu o cachorro turquinho que foi logo alvejado por um tiro de espingarda, ficou seriamente ferido. Meu pai tratou-o com carinho apesar de tê-lo quase matado. Ficando com as patas dianteiras seriamente afetadas, chegando mesmo a perder uma das patas, mas sarou ficando aleijado de uma das patinhas. Oh caçador desastrado.
Viver não é moleza não!
Viver não é moleza não! A vida é mais perigosa que a morte: são frases de nossos filósofos populares, ou seja, Paulinho da Viola e Titãs se não me engano. Agora mesmo assistindo ao um Canal Cultural, tenho notícia que o efeito estufa chegou pra valer, a atmosfera está super- aquecida com os gases estufa. Eles explicam que a terra é um viveiro de planta e animais, nós estamos envolto em uma tênue atmosfera de gases: Nitrogênio, oxigênio, hidrogênio, gás carbônico, metano e outros gases menos importantes. A camada atmosférica tem mais ou menos 10 km altura e envolve o nosso planeta protegendo-o e aquecendo-o criando as condições ideais para a vida que conhecemos. Acontece que a partir das revoluções industriais que se iniciou no século XIX com a invenção de máquinas cada vez mais sofisticadas que consumiam energia de início do carvão vegetal e mineral, as nações foram ficando cada vez mais ricas, a miséria foi afastada. Revolucionou-se a agricultura que de subsistência passou a contar cada vez mais com máquinas que multiplicavam o trabalho humano e as colheitas cada vez mais fartas, e as nações ficaram poderosas e ricas. A Inglaterra foi a primeira grande potência industrial, seguida pelos EUA e as outras nações européias. As demais nações viraram repositoras de matérias primas para as mais ricas e industrializadas. Ainda é assim. Mas como não poderia deixar de ser com a riqueza vieram as melhorias na Saúde e na higiene da população com avanços espetaculares na Medicina e nas Ciências em geral. As máquinas tornaram-se cada vez mais aperfeiçoadas e ameaçam até dominar o seu criador. Como não poderia deixar de ser o avanço material trouxe mais opulência e também desperdício de energia tanto humana quanto de recursos. Aí subindo ao espaço e já iniciando a jornada a outros planetas, viu-se que este planeta é frágil e azul devido aos seus mares e atmosfera. É um lindo planeta visto do espaço, mais lindo ainda quando mais longe ficamos dele é a nossa casa e de todos que aqui habitam. Como o ser consciente e racional como nós mesmos nos definimos, apesar de que muitas vezes temos razões para duvidar disto devíamos refletir bastante sobre o que estamos a fazer com o planeta. Se fosse nossa casa cuidaríamos melhor não deixaríamos que juntasse sujeira? Porque então sujamos o planeta tanto assim? Lançando gases tóxicos na atmosfera acumulando-o perigosamente a ponto de diminuir o nível do gás vital que é o oxigênio. O acúmulo excessivo do gás carbônico retém o calor do sol a níveis perigosos e aquece o planeta além do necessário aquecendo a terra e os mares, acidificando os oceanos e o pior interferindo nas correntes marítimas ocasionando fenômenos climáticos extremos: Tsunamis, furações, tornados, maremotos, terremotos numa escala nunca vista em todo o globo. No pólo norte as famosas renas que enfeitam o carro do Papai Noel estão em risco de extinção, assim como o povo que lá vivem, por causa do nosso modo nababesco de viver. Vamos "baixar a bola" gente, lembremos que o homem mais importante do mundo nasceu em uma manjedoura, foi adorado inicialmente por animais, e que atualmente anda muito esquecido, quase ninguém se lembra dele. Só o "outro" um senhor nórdico e muito pornográfico que denominamos Papai Noel, que tem cara e expressão comercial, e ri o sorriso dos ricos e loiros nórdicos, aliás, bem debochado: Oh! Oh! Oh!
terça-feira, 30 de novembro de 2010
A casinha pequena.
A casinha era pequena, mas bucólica, cercada por uma horta bonita, continha milharal, verduras, se tinha frutas não me lembro. O que me lembro é que tinha três imensos pinheiros em frente, pinheiro do Paraná, Araucária brasiliensis, sim, não flora exótica, mas sim bem nossa! Voltando a casinha esta bem pobre coberta de telhas antigas, tipo colonial, paredes de pau a pique. Acho que o maior legado do homem são as lembranças. Quando a vida parece difícil e o fardo fica pesado demais volto à casinha com minha avó e avô, minhas duas tias que brigavam por causa de mim. No mês de junho o frio era de rachar, agasalhos escassos e cobertores curtos, "tomara que amanheça". Era muito feliz nesse recanto pobre, mas abençoado de minha infância. Que muitas vezes me recolho quando as ondas do mar da vida parecem me sufocar. Agora penso estamos aqui por mero acaso, por um acidente de percurso, por que meu pai resolveu casar com minha mãe? Por que este lugar e não na China? Ou África? Por que não sou esquimó? Vivemos num mar de dúvidas, são muitas interrogações e poucas respostas. Por que assim e não assado? As perguntas se multiplicam e as dúvidas se acumulam. Coitado do Homo Sapiens pensa que sabe, mas não sabe nada. O jeito acho é aceitar as coisas como são. Queria ser melhor, bonito, rico, inteligente, feliz. Mas penso tive uma excelente família, fui badalado pelos meus pais, avós e tios. Esperança da família, o primogênito. Preciso querer mais se a maior parte do que pensei, realizei.
Acho que o mais piora a vida da gente é a autocomiseração, de repente você se considera um coitado, o mais infeliz dos homens, o menos dotado dos mortais. Não é assim, Deus nos deu talentos, alguns até escondidos que não sabemos. È preciso conhecer muito a si mesmo para descobri-los. O nosso espírito é muito antigo e só podemos entrar em contacto com ele quando dormimos e volta às paragens do amanhã, mas infelizmente esquecemos quando levantamos pela manhã e o nosso espírito de suas viagens. No INCONSCIENTE está toda a sabedoria humana, só que os arquivos que a contém são de difícil acesso. Como explora-lo? Por que pessoas que tem doenças incuráveis muitas se curam? Os ateus falam que foi obra do acaso? Será? Estou lendo o caso de um paciente que se recuperou de um câncer incurável. Depois conto a vocês Por enquanto para quem me lerem. Obrigado!
A casinha era pequena, mas bucólica, cercada por uma horta bonita, continha milharal, verduras, se tinha frutas não me lembro. O que me lembro é que tinha três imensos pinheiros em frente, pinheiro do Paraná, Araucária brasiliensis, sim, não flora exótica, mas sim bem nossa! Voltando a casinha esta bem pobre coberta de telhas antigas, tipo colonial, paredes de pau a pique. Acho que o maior legado do homem são as lembranças. Quando a vida parece difícil e o fardo fica pesado demais volto à casinha com minha avó e avô, minhas duas tias que brigavam por causa de mim. No mês de junho o frio era de rachar, agasalhos escassos e cobertores curtos, "tomara que amanheça". Era muito feliz nesse recanto pobre, mas abençoado de minha infância. Que muitas vezes me recolho quando as ondas do mar da vida parecem me sufocar. Agora penso estamos aqui por mero acaso, por um acidente de percurso, por que meu pai resolveu casar com minha mãe? Por que este lugar e não na China? Ou África? Por que não sou esquimó? Vivemos num mar de dúvidas, são muitas interrogações e poucas respostas. Por que assim e não assado? As perguntas se multiplicam e as dúvidas se acumulam. Coitado do Homo Sapiens pensa que sabe, mas não sabe nada. O jeito acho é aceitar as coisas como são. Queria ser melhor, bonito, rico, inteligente, feliz. Mas penso tive uma excelente família, fui badalado pelos meus pais, avós e tios. Esperança da família, o primogênito. Preciso querer mais se a maior parte do que pensei, realizei.
Acho que o mais piora a vida da gente é a autocomiseração, de repente você se considera um coitado, o mais infeliz dos homens, o menos dotado dos mortais. Não é assim, Deus nos deu talentos, alguns até escondidos que não sabemos. È preciso conhecer muito a si mesmo para descobri-los. O nosso espírito é muito antigo e só podemos entrar em contacto com ele quando dormimos e volta às paragens do amanhã, mas infelizmente esquecemos quando levantamos pela manhã e o nosso espírito de suas viagens. No INCONSCIENTE está toda a sabedoria humana, só que os arquivos que a contém são de difícil acesso. Como explora-lo? Por que pessoas que tem doenças incuráveis muitas se curam? Os ateus falam que foi obra do acaso? Será? Estou lendo o caso de um paciente que se recuperou de um câncer incurável. Depois conto a vocês Por enquanto para quem me lerem. Obrigado!
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
O mito de Narciso.
Nunca o imperativo da beleza foi tão cultuado, pululam clínicas estéticas pra tudo o quanto é lugar. As mulheres não se conformam com seu corpo, ora o cabelo tem que ficar vermelho, ora roxo e pó aí vão, cirurgias plásticas nem se fale. O nariz é rebitado, entortado, escachado e mesmo assim não está bom, gastam-se rios de dinheiro com o estético, muito mais que com a saúde propriamente ditam. Narciso nunca foi tão cultuado que ao olhar pro espelho das águas apaixonou-se por si mesmo. Eis a lenda: a ninfa Liriope é possuída por Céfiso, deus e rio. De início a ninfa ficou preocupada, mas quando nasceu um menino de extraordinária beleza, ela ficou muito alegre, pois seria muito amado pelos deuses, por ninfas e por mulheres mortais. Preocupada procurou o cego Tirésias, notável adivinho para ouvir seu conselho. Este falou que Narciso teria vida longa, mas não podia conhecer a si mesmo. Ninguém entendeu o sentido das suas palavras. Até que um dia Narciso já moço e admirado por seus dotes físicos, viu sua imagem refletidas no seio das águas, ficou extasiado por sua beleza, desde então apaixonou-se por si mesmo, deixando-se ali ficar, pereceu de fome, sede e solidão. É a doença chamada narcisismo é disso que a humanidade sofre e o pior que tal mal não tem cura. Veja o que acontecem com cantores famosos, beldades famosas, não suportam olhar a si mesmos, ficam isolados, morrem de solidão. A humanidade está doente do Narcisismo, culto a si mesmo e a beleza estética e física. Esqueceu o lado espiritual da própria beleza, que sem este lado a beleza não é nada, apenas um mero enfeite.
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
O Porvir
O céu estava escuro, o siroco soprava impiedoso, vindo dos desertos da África. A seca grassava já havia muito tempo, terra ressequida sem nenhuma vegetação, solo gretado não continha sequer uma gota d’água. Assim era a vida de Tonico em sua choupana: uma mulher de rosto cavado e um menino raquítico. A única esperança era a estrada que passava à quilômetros dali, que levava a outras paragens. Mas Tonico embora moço não estava preparado para as paragens do sul. Desde criança lavrava a terra e dela tirava o sustento, que agora esta lhe negava. Esperaria ali a morte chegar sob a forma de fome e sede? Resolveu não esperar, juntou seu jegue com os poucos pertences que tinha, partiu com mulher e filho em direção ao horizonte, onde o céu e a terra pareciam se encontrar. Ouvira falar que lá pras bandas do oriente existia a terra do leite do mel, iria esta procurar. Em resposta as indagações de Tonico uma nesga do céu se abriu e o seu caminho pos- se a iluminar. E uma esperança nasceu no coração do caboclo, pois este era o nome de sua mulher. Este era o nome de sua busca. Encontrará o que procura? Encontrará a riqueza e a abundância ou a fome e a desesperança? “Mas do que jeito que está não pode ficar”, dizia Tonico. Pois tinha companhias importantes de poetas ilustres e de guerreiros audazes. “Navegar é preciso, mais importante até que viver”, ecoava através dos séculos. De Pompeu das legiões romanas, de Colombo dos mares, de Marco Pólo das areias do deserto... Assim o caboclo foi em direção ao porvir.
O céu estava escuro, o siroco soprava impiedoso, vindo dos desertos da África. A seca grassava já havia muito tempo, terra ressequida sem nenhuma vegetação, solo gretado não continha sequer uma gota d’água. Assim era a vida de Tonico em sua choupana: uma mulher de rosto cavado e um menino raquítico. A única esperança era a estrada que passava à quilômetros dali, que levava a outras paragens. Mas Tonico embora moço não estava preparado para as paragens do sul. Desde criança lavrava a terra e dela tirava o sustento, que agora esta lhe negava. Esperaria ali a morte chegar sob a forma de fome e sede? Resolveu não esperar, juntou seu jegue com os poucos pertences que tinha, partiu com mulher e filho em direção ao horizonte, onde o céu e a terra pareciam se encontrar. Ouvira falar que lá pras bandas do oriente existia a terra do leite do mel, iria esta procurar. Em resposta as indagações de Tonico uma nesga do céu se abriu e o seu caminho pos- se a iluminar. E uma esperança nasceu no coração do caboclo, pois este era o nome de sua mulher. Este era o nome de sua busca. Encontrará o que procura? Encontrará a riqueza e a abundância ou a fome e a desesperança? “Mas do que jeito que está não pode ficar”, dizia Tonico. Pois tinha companhias importantes de poetas ilustres e de guerreiros audazes. “Navegar é preciso, mais importante até que viver”, ecoava através dos séculos. De Pompeu das legiões romanas, de Colombo dos mares, de Marco Pólo das areias do deserto... Assim o caboclo foi em direção ao porvir.
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
A literatura de cordel
Dizem que um mineiro foi ao Rio e um carioca malandro lhe vendeu o Cristo Redentor de papel passado. Mas claro que é brincadeira, os mineiros que são gente boa que me desculpem. Mas um caipira foi à São Paulo e também lhe venderam o prédio do MASP e o EDFÍCIO DO MARTINELLI. Tudo são lendas urbanas. Na é época que eu era criança não tinha televisão e nem esta parafernália toda que hoje existe, a literatura mais difundida entre o povo era a literatura de cordel. Era assim chamada por que eram escritos em livros pequenos e pendurados em barbantes ( cordel) nas bancas de jornal, seriam os livros de bolso de hoje em dia. Lembro-me que minha mãe conseguia recitar quase todos de cor. Tinha um muito engraçado que assim dizia:
São Paulo que mais me amola
Aqueles bondes que nem gaiola,
Ao subir ao bonde,
Topei com um protestante
Bem barrigudo
Levei um tranco dos bens graúdos,
Acabei caindo e quebrei a viola.
Assim eram as histórias inventadas pelo povo, Patativa do Assaré escritor nordestino do cordel acho que sem dúvida mereceria o Nobel nessa literatura, a Cultura popular representado pelo Cordel. Infelizmente tudo está desaparecendo e massificando, a televisão ao mesmo tempo em que divulga muito coisa. Também altera tudo, tira a espontaneidade das coisas realmente populares, da sabedoria do povo. As histórias de Lampião e Maria Bonita todas relatadas pelo cordel. Assim como o fim da Segunda Guerra Mundial que dizia mais ou menos assim:
A Alemanha estava dura,.
Mas Graças a Deus deu-se o final
Agora já terminou a Segunda Guerra Mundial
O cordel era o noticiário do povo, o arauto, o reporter, escrito por homens do povo muito pouco letrados, mas com uma grande sabedoria para transmitir e interpretar os fatos e estavam com o povo, e que geral eram escritos em versos bem rimados..
Hoje a gente não sabe com quem esta imprensa anda metida, mas muitas não defendem os interesses do povo, muitas vezes defendendo interesses de multinacionais, perderam a sua autenticidade. Nem usa o palavreado popular, nem sabe se comunicar com as massas. Urge o povo se alfabetizar melhor para tornar-se consciente de seus direitos. A educação sempre foi o pilar básico de uma sociedade que quer se desenvolver e ser igualitária.
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Luiz Antonio de Almeida itens compartilhados
Sobre eu e meu blog
Gosto de escrever, não o escrever por escrever, mas até uma necessidade intrínseca de me expressar, de transmitir algo, um pensamento, com ist0 eu possa despertar algo de bom em meus amigos. Muitas vezes mesmo é meu desejo de comunicação, já como disse uma amiga, sou tímido, então a comunicação verbal direta estaria dificultada, então a comunicação via internet mil vezes potencializada. Diga o que disserem, mas o computador aproximou as pessoas, que muitas vezes estavam distantes, e tinham poucas possiblidades de comunicação. E os "bloguistas" podem então dar asas a sua imaginação e exercitar as suas potencialidades, que terão mais ou menos leitores de acordo com suas possibilidades e capacidades. O meu blog é geral, pois trato de qualquer assunto, moderno, contemporâneo, assuntos atuais, problemas brasileiros e outros tantos.
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- passaro errante
- Franca, SP, Brazil
- Um tanto solitário, introvertido, gosto de viajar,caminhadas e leituras